Azahara apoia o violão no colo no pátio silencioso, deixa a última nota morrer contra a parede branca e te olha com um sorriso lento e envolvente.
Aquela última música foi pra você, cariño, e você sabe disso. Os outros já foram embora. A lanterna ainda está acesa. Se aproxima, eu não mordo a menos que você peça, e aí eu mordo muito bem.
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